Category Archives: Psicologia


O pequeno manual cuja capa está à vista, destina-se a «introduzir» ou «elucidar» os interessados na nova técnica que, depois de bastante utilizada em Portugal, desde 1973/75, com uma experiência pessoal, seguida de várias outras, com óptimos resultados verificados em muitas pessoas desde 1980, mostrou-se, entre todas, bastante mais económica, expedita, cómoda, fácil de aplicar, duradoura e propiciadora de uma prevenção e profilaxia que se pode estender a toda a família, melhorando também o desempenho pessoal e o ambiente laboral e profissional.
Fui especialmente incentivado pelo falecido Dr. Ramos de Sousa, bibliotecário do ISMAT, a preparar este livro publicado agora, para dar aos interessados todas as informações possíveis, tal como fazia, nos anos 70/80, no Jornal de Queluz. Foi a partir deste incentivo, que a ideia da colecção inicial de 17 livros começou a ganhar ainda mais força e consistência do que a partir de 1980, com a reformulação de todos os livros publicados e a preparação de outros, com novos «casos», com os bons resultados comprovados ao longo do tempo.

Presentemente, com todo o acervo acumulado em mais de 40 anos de experiência em psicopatologia, psicoterapia, reeducação, psicologia social, docência e desenvolvimento pessoal, a sua essência pode servir para ministrar cursos ou formação, como se diz actualmente, a novos psicólogos que se preocupem bastante com a rápida recuperação dos seus pacientes, deixando-os precavidos contra as dificuldades que, normalmente, vão surgindo no dia-a-dia de todos. Também pode ajudar grupos de pessoas interessadas no seu reequilíbrio, na sua prevenção e profilaxia ou até no desenvolvimento pessoal e melhoria de vida psíquica.

A leitura deste livro, orienta para a consulta dos livros necessários para a compreensão do funcionamento do comportamento humano e para o treino que cada um deve manter para a resolução dos seus problemas com pouca ajuda do psicoterapeuta ou até autonomamente, mesmo sem a consulta do psicólogo. As dificuldades sentidas em muitas situações da vida, constantemente, quase por todos, podem ser ocasionadas pelo meio ambiente, mas situam-se essencialmente e começam a «tomar forma» na «cabeça» de cada um. Só lidando com «essa cabeça», aproveitando todas as oportunidades e contingências positivas, é que as dificuldades podem ser superadas, ultrapassadas ou evitadas, porque elas existem e sempre existirão, não havendo outra forma de as evitar. O medicamento que é frequentemente utilizado, apenas pode ajudar a «quase anestesiar» uma pessoa, para que ela não sinta essas dificuldades, sem nunca as conseguir reduzir e, muito menos, evitar.  

Os diversos «casos» descritos em vários livros incluídos na colecção com o nome deste livro, demonstram isso ao pormenor. Devido a várias sugestões, comentários, pedidos e críticas, deve haver, em breve, um novo livro, solicitado por várias pessoas, com cerca de 104 páginas, intitulado «PSICOTERAPIA…através de LIVROS…», dando indicações do modo como se pode «explorar» ao máximo e proveitosamente a utilização dos restantes 17 livros, para uma melhor psicoterapia, psicopedagogia , interacção soaicl ou desenvolvimento pessoal, se possível, autonomamente ou com pouca ajuda do psicólogo. 

Sabendo o modo como o comportamento humano funciona isoladamente e em interacção com o meio ambiente, essencialmente em função de causas/efeitos (e não de culpas/desculpas-justificações) e analisando em profundidade a vida de cada um nas condições gerais, a Terapia do Equilíbrio Afectivo  (TEA) e a Imaginação Orientada (IO)), com o apoio da autohipnose num relaxamento mental profundo, podem ajudar não  só a resolver, mas até a prevenir desequilíbrios psicológicos e a melhorar o desempenho de cada um, com a utilização conjunta e conjugada da reestruturação cognitiva, análise profunda do passado e modificação do comportamento, necessária num sentido de Logoterapia.

Para isso, torna-se importante que cada um possa recordar o passado e o presente para compreender toda a situação, sentindo, percebendo, raciocinando e analisando tudo com total objectividade, humildade, realismo e pragmatismo para descobrir as causas dos efeitos que não interessam, «engendrando» um futuro melhor e podendo, em muitos casos, resolver a situação antes que ela se manifeste, da pior maneira possível e com muita mágoa dos que tiverem de ficar na sua dependência.

(Centro de Psicologia Clínica)ISBN 978-972-725-034-9   
14×21 [cm] / 68 páginas,  € 9.00 

Os pedidos para este e outros livros já publicados devem ser feitos para:
E-mail:  [mariodenoronha@gmail.com]

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A prática da Biblioterapia, de facto, num sentido psicoterapêutico, foi iniciada pessoalmente em 1973/75 e prolongada posteriormente com 71 pacientes, em casos de depressão, dificuldades comportamentais, dificuldades escolares, enurese, fobia, obsessão, sentimentos de inferioridade e tiques, numa investigação, experimentação e aplicação da Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA).

Esta tese defendida em 1980, com resolução de 23% dos casos, acrescida de melhoria de 63%, perfazendo um total de 86% de sucesso, foi enviada, de imediato, para a “APA” (American Psychological Association), bem como para a “BPS” (British Psychological Society).

Só passados 10 anos, em 1990, Martin Seligman publicou o seu estudo sobre a Psicologia Positiva.

A prática da Imaginação Orientada (IO) já iniciada e experimentada desde 1974, mas aplicada mais sistematicamente, a partir de 1980, de maneira muito informal e incipiente com o Júlio, (E), teve como suporte uma biblioterapia com apontamentos policopiados, mas deu um resultado mais do que surpreendente.
Nessa ocasião, com o Júlio, resumiu-se apenas à leitura de muitos apontamentos, policopiados para aulas de Psicologia e Psicopatologia, complementada com a prática do relaxamento mental e da Imaginação Orientada com autohipnose, à mesa de um velho café, durante cerca de 60 horas, distribuídas por 19 dias, em 8 semanas, além de 2 sessões da prática de relaxamento num hospital.

Só passadas duas décadas, no início deste século, a biblioterapia, começou a ser utilizada, no Reino Unido, com a «prescrição de livros» para diversos casos, incluindo a depressão, que é o «mal» mais frequente nas nossas sociedades chamadas «civilizadas».
Parece que está a ser seguida também nos EUA e no Brasil, devido ao aumento dos desequilíbrios psicológicos e da exiguidade dos meios terapêuticos postos à disposição pelos diversos Serviços de Saúde do mundo inteiro, apesar de se intitular «desenvolvido» e «civilizado».

Esta nossa prática, apresentando uma melhoria de bastante mais do que os 86% já anteriormente atingidos, incluindo a resolução de muitos «casos» e a prevenção e profilaxia de outros, foi utilizada autonomamente pelo Antunes (B), com resultado surpreendente, logo depois do início do apoio que ele deu à filha por causa de dificuldades escolares, originadas nela pelos «problemas» dele.

Nem sempre é possível fazer uma autoterapia como a do Antunes, sem compreender bem o modo como funciona o comportamento humano isoladamente e na sua interacção social e sem praticar e manter alguns exercícios necessários, mas muito fáceis de executar.

Praticando o que é necessário durante cerca de 15 minutos, comodamente em casa, à hora de ir dormir, tanto a Cidália (C) como a Cristina, a Germana, o Januário (L), conseguiram resolver os seus problemas com pouca ajuda do psicólogo mas muita leitura, treino e persistência. Contudo, a Cristina só compreendeu isso com «muita conversa», porque achava que «não estava maluca».

Por não terem tido o apoio necessário em tempo devido ou por o ambiente não os ter ajudado, os casos do «Mijão», do «Calimero», da «Perfeccionista» e do «Pasteleiro» (M) foram resolvidos muito tarde, com pouca eficácia ou ficaram sem ser resolvidos porque os médicos só se preocuparam com os diagnósticos e com a prescrição de medicamentos.

Entretanto, já em 1977, só com a aplicação da Terapia do Equilíbrio Afectivo, (TEA) tinham sido resolvidos dois casos, um de depressão da Isilda (H), originado por uma «educação» muito restritiva e outro, de «psicopatia?» do Joel (G), que nunca tinha tido uma família que o «educasse» devidamente, com o afecto e orientação necessárias, apesar de estar, como interno, num «bom» colégio religioso.

Para que isto não acontecesse, especialmente por causa das divergências numa «educação» inadequada, os pais da Joana (D) que estavam em vias de «des-união» foram ajudados a compreender os mecanismos do comportamento humano e a utilizar as técnicas da modificação do comportamento, o que os ajudou na «re-união», a ponto de terem um filho que serviu para que a Joana «birrenta» aplicasse com ele as técnicas anteriormente ensaiadas com ela.

Para que tudo possa ser devidamente compreendido e utilizado, quer na psicoterapia ou autoterapia, como na reeducação e reabilitação, e até no desenvolvimento pessoal ou gestão empresarial, a colecção dos 17 livros aqui mencionados nos diversos links, fica exposta e apresentada neste livro, quase folheto, intitulado BiblioTerapia, além dos  posts destinados a dar, a todo o momento,  respostas às perguntas ou dúvidas dos interessados, tal como acontece com o blog dedicado a dar respostas, a comentários anonimamente feitos, sobre as dificuldades psicológicas dos comentadores ou seus familiares e amigos.

Esta colecção poder ser eventualmente aumentada com um novo livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) dando uma visão mais global de tudo e uma orientação relacionada com os livros da colecção para que exista uma Bibliofilia e uma prática eficaz da Biblioterapia. Por isso, desejando adquirir os livros, consulte o post Bem-vindos.

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colecção de 17+1 livros, com o mesmo nome, apresentada a seguir, destinada-se a tornar a BiblioTerapia possível, com a maior comodidade, autonomia e economia, depois de compreender, numa linguagem muito simples, os mecanismos da Ciência do Comportamento, da aprendizagem  e da interacção, actuação e convivência humana, para um equilíbrio psicológico adequado.

Destina-se também a apresentar muitas situações em que se fizeram consultas psicológicas e descrevem-se «casos» de psicoterapia realizadas com a ajuda do psicólogo ou até com sua colaboração mínima, quando não, sem qualquer ajuda e só com a leitura de livros.

Serve essencialmente para prevenção e profilaxia de dificuldades que todos podemos ter no nosso dia-a-dia e às quais nunca nos poderemos furtar num mundo que se diz «civilizado», mas provoca muitas tensões e incompreensões.

A leitura de muitos desses livros, a compreensão dos conceitos apresentados e das técnicas recomendadas, aliada à sua prática persistente, ajudam a manter uma boa saúde mental, a provocá-la ou até a melhorá-la, influenciando tanto o nosso desempenho como a vida familiar, profissional e social. As sugestões que são dadas para uma prática diária, mesmo à hora de dormir (e durante o sono)  englobam a reestruturação cognitiva, a logoterapia, o relaxamento mental, a análise psicológica profunda, a regressão, a aprendizagem com os erros cometidos e a imaginação de comportamentos futuros mais motivantes e sensatos, através da modificação do comportamento.

É uma economia real em quantidade de consultas e em tempos de espera, além duma melhoria da qualidade de vida, comodamente adquirida «antes do mal ficar instalado»,  sem as constantes deslocações morosas e distantes, para consultórios de especialistas, depois do desequilíbrio psicológico, com as despesas inerentes.

Está intimamente ligada ao blog [psicologiaparaque.wordpress.com] no qual,  para quaisquer esclarecimentos, todos podem fazer comentários (anónimos) que serão respondidos logo que possível.

HISTÓRIA DO NOSSO BLOG – sempre actualizada está repleta de informações dadas desde 2007 a muitas pessoas que quiseram «resolver» a sua situação duma maneira cómoda e económica. Basta ver os títulos e escolher por aí os inúmeros assuntos que interessam a cada um.

Esses conhecimentos podem ser melhorados e ampliados com poucas informações presenciais dadas a grupos de pessoas interessadas em cada caso (novo?).

Além da história do blog, os  links  apresentados a seguir destinam-se a que, com a consulta do post respectivo, cada um possa fazer a aquisição de qualquer dos livros indicados que podem ser recebidos à cobrança pelo correio.

SAÚDE MENTAL sem psicopatologia (A)

ACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE! (B)

Eu Também CONSEGUI! (C)

JOANA, a traquina ou simplesmente criança? (D)

Eu Não Sou MALUCO! (E)

PSICOLOGIA PARA TODOS (F)

PSICOPATA! Eu? (G)

COMBATA OU EVITE A DEPRESSÃO (H)

NEUROPSICOLOGIA NA REEDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO (I)

IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J)

INTERACÇÃO SOCIAL (K)

PSICOTERAPIAS BEM-SUCEDIDAS – 3 casos (L)

PSICOTERAPIAS DIFÍCEIS (M)

COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES (N)

RESPOSTAS SOBRE PSICOLOGIA (O)

AUTO{psico}TERAPIA  (P)

BIBLIOTERAPIA (Q)

BEM-VINDOS – à BiblioTerapia

Também existe uma lista de livros anteriores, Livros Disponíveis antigos, precursores de alguns desta nova colecção:

Aceitam-se inscrições para tratar da publicação de novos livros.

E-mail:  mariodenoronha@gmail.com

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Veja também todos os comentários e os links associados, em letras GRANDES.

Conhecendo os livros com a consulta dos  posts respectivos que têm a descrição completa, a utilização de cada um, em casos individuais, pode ser obtida com a consulta do post HISTÓRIA DO NOSSO BLOG – sempre actualizada, onde têm vários posts relacionados com Biblioterapia

Veja o Relatório Anual de 2012 para este blog.

Aproveite a oportunidade enquanto ainda é tempo de prevenir.

Os pedidos dos livros já publicados devem ser feitos para:
E-mail:  mariodenoronha@gmail.com

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8 de Julho de 2014 · 14:50

AUTO{psico}TERAPIA (P)


 

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Manual explicativo, resumido, conciso e ordenando com todos os procedimentos necessários para que cada um faça a sua psicoterapia de forma expedita, cómoda, económica, independente e autónoma.

Após as primeiras semanas de treino, a autoterapia pode ser praticada à hora de dormir e até durante o sono, podendo ter pouca intervenção do psicólogo e com um dispêndio mínimo de tempo e dinheiro.

Destina-se a resolver alguns problemas psicológicos, orientando sistematicamente os passos necessários para uma recuperação ou remissão total e até profilaxia e prevenção, podendo servir também para a melhoria do desempenho.

A metodologia utilizada, relaciona-se essencialmente com a Imaginação Orientada (IO) baseada na Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), apoiada pela autohipnose, para a análise psicológica regressiva no sentido da Logoterapia, proporcionando uma reestruturação cognitiva para a modificação do comportamento no sentido desejado. 

Engloba duas provas, de autoconhecimento e de autoorientação, que ajudam a pessoa a conhecer-se melhor e a orientar-se no futuro, para corrigir e melhorar o seu comportamento, obtendo resultados cada vez melhores.

Enfim, pode muito bem ser um modo de evitar desequilíbrios, muito frequentemente verificados, e que têm conduzido até ao suicídio, homicídio ou a actos tresloucados. Prevenir é sempre melhor do que tratar, mas sofrer, muitas vezes, os efeitos nefastos da dependência aos medicamentos com todos os efeitos secundários ou coletarais, é insuportável e inadmissível. 

Este livro está seccionado em três partes.

Prólogo
1ª parte       Registo de Autoavaliações
Relaxamento Muscular
Relaxamento Instantâneo
Diário de Anotações
Autoanálise
Relaxamento mental
Imaginação Orientada
2ª parte     Continuação da AutoTerapia
E no futuro?
Prevenção e Profilaxia
3ª parte    Provas de autoconhecimento
Resumo do Conteúdo das Obras Indicadas
Bibliografia
Anotações

A primeira parte, que termina no capítulo “Imaginação Orientada”, destina-se essencialmente a quem deseja tentar resolver rapidamente o seu problema sem se importar com uma recaída futura.

A segunda parte, a iniciar no capítulo “Continuação da AutoTerapia”, é dedicada aos que desejam resultados sólidos e duradouros e querem ficar prevenidos pensando no futuro.

A terceira parte, a começar nas “Provas de Autoconhecimento” e continuada com o “Resumo do Conteúdo das Obras Indicadas”, fica reservada a quem pretende ajudar-se a si próprio, conhecendo-se bem, além de proporcionar um bom ambiente à sua volta, difundindo os novos conhecimentos adquiridos, bem como as experiências vividas.

Por fim, as Anotações relembram sequencialmente tudo o que é necessário nos procedimentos a adoptar, para uma boa recuperação e divulgação desta técnicaexperimentada e utilizada sistematicamente desde 1980, com óptimos resultados.

Contudo, exige uma boa colaboração do próprio e algum treino de relaxamento mental, mesmo à hora de dormir, porque muito do que acontecer pode ocorrer durante o sono.  

Embora grande parte da matéria contida resumidamente neste livro, tenha sido quase toda explanada em várias publicações englobadas nos 17 volumes da BIBLIOTERAPIA, a sua conglomeração neste livro, em menos de 40 páginas úteis para a prática do indispensável, destina-se a coordenar, ordenar e resumir o essencial numa psicoterapia orientada por cada um.

(Centro de Psicologia Clínica), ISBN 978-972-725-032-5;
14×21 [cm] / 76 páginas, 10,00 € 

Pode ser recebido à cobrança pelo correio.

Envie e-mail para: [mariodenoronha@gmail.com] 

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Razão da mudança do título inicial:

Antes de tudo, eis uma explicação da mudança do título deste livro, de «AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS», para «Auto{psico}Terapia».
A razão é muito simples e agradecemos os muitos comentários que nos foram feitos verbalmente ou por escrito para esta mudança.

A «AUTOTERAPIA» de que falamos, não pode ser para «TODOS», porque nem todos sentem que estão descompensados e, às vezes, negam-no ostensivamente – e até sentem isso −, tal como aconteceu inicialmente com a Cristina (L) e o Júlio (E): eles “não eram malucos”.
A Autoterapia exige que a pessoa reconheça que está descompensada e que necessita de ajuda ou que deseja melhorar o seu desempenho.
Além disso, tem de se compreender o modo como o comportamento humano funciona e, por isso, existem os livros necessários na colecção da Biblioterapia (Q).
A pessoa necessita de treinar o suficiente, com muita persistência para poder atingir um resultado satisfatório e eficaz.
Também tem de se tornar autónoma e independente para conseguir ultrapassar as dificuldades que «normalmente» irá ter de enfrentar, sem ajuda ou com o mínimo indispensável (B).

Por isso, o título foi encurtado e o {psico} foi encaixado em letra mais pequena e entre chavetas para realçar que o comando de tudo isso se situa na «MENTE», «CABEÇA» ou «PSIQUÉ», local onde todas as recordações são, a maior parte das vezes, dissimuladamente escondidas num canto muito escuro e mal arrumado, às vezes, cheio de teias de aranha.
Uma boa psicoterapia exige que esse «sótão» seja devidamente vasculhado, escrutinado, compreendido, limpo, analisado e arrumado (causas) para que as ordens que daí emanarem possam alterar os comportamentos (efeitos) que nos transtornam a vida ou que não nos interessam.

Por fim, a Autoterapia não é só para «malucos» mas também para pessoas que se querem manter equilibradas ou melhorar o seu desempenho.

Posso garantir que a pratico há 40 anos, só a parte de Imaginação Orientada (J) utilizando apenas os primeiros 3 a 5 minutos todas as noites, à hora de dormir.

Foi isso que me incentivou a dar esta explicação.

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Nota Explicativa:
Para uma pessoa  que deseje, de facto, fazer uma autoterapia, é essencial que siga as indicações apresentadas neste manual, leia bastante daquilo que está indicado e, em especial na BiblioTerapia (Q) dispondo-se a fazer os exercícios necessários, mais ou menos durante 1 hora no primeiro mês. Depois do treino inicial, 5 minutos antes de ir para a cama, são o suficiente para que os condicionamentos adquiridos funcionem  e a «cabeça» ou a mente vá «trabalhando» durante o sono para mudar muita coisa na vida, no sentido desejado.
A leitura é essencial para se compreender os mecanismos do funcionamento do comportamento humano, isoladamente e em sociedade,  a fim de utilizar os condicionamentos a que ficamos sujeitos, com o proveito que deles podemos tirar.  Também serve para compreender e verificar de que modo muitas outras pessoas conseguiram melhorar o seu equilíbrio emocional, a sua interacção familiar e social e o seu desempenho profissional.
O treino é essencial para se conseguir atingir o relaxamento mental, sem quaisquer posições especiais, em qualquer momento e sem perda de tempo. Para isso, é necessário que haja persistência e prática inicial, sem desistência, apesar dos primeiros desencorajamentos, absolutamente normais na maioria dos praticantes.arvore-2
Depois do automatismo adquirido com o treino inicial, todo este processo vai-se passando durante o sono, dando-nos uma vida melhor e uma
visão mais clara da realidade. Para isso, a pessoa também necessidade de ter humildade suficiente, objectividade, honestidade e clareza de raciocínio para reconhecer as suas falhas
(causas), que serão descobertas na análise profunda ocorrida durante as recordações do passado. Através disso, podemos aprender com os erros cometidos (causas) e descobrir formas de os evitar no futuro ou arquitectar maneiras  de

ultrapassar situações semelhantes (efeitos) ou ainda mais gravosas, que são quase sempre inevitáveis no nosso dia-a-dia. A autohipnose, a análise psicológica, o treino inicial, o diário de anotações  e os condicionamentos servem para tudo isso. Por isso, as leituras são essenciais e podem ser feitas a qualquer momento e nas mais diversas circunstâncias e locais.

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A utilização de cada livro em casos individuais pode ser obtida com a consulta do
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RESPOSTAS sobre PSICOLOGIA (O)


Respostas

Este livro é constituído essencialmente por um conjunto de respostas dadas verbalmente ou por escrito, como num consultório, ou em conversa formal ou informal, para esclarecer pessoas interessadas em saber algo sobre fenómenos e dificuldades psicológicas, psicopatológicas, défices, reeducação, psicopedagogia e psicoterapia, tal como está a ser feito no blog [psicologiaparaque.worrpress.com].

É o mesmo estilo utilizado nos anos 70 e 80 do século passado no Jornal de Queluz quando a escassez de psicólogos e dos seus serviços era muito notória, embora de grande utilidade para o público.

Nas suas inúmeras páginas, vai dar informações sumárias sobre depressão, ansiedade, autoterapia, fobia, obsessão, dificuldades escolares, comportamentais e muitos outros assuntos de grande importância nos tempos de crise que continuamos a viver em 2015.

(Centro de Psicologia Clínica,) ISBN 978-972-725-043-1;
14×21 [cm] /  ??? páginas (em preparação)   (por publicar)

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COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES (N)


Organizar

A utilização dos conhecimentos da Psicologia Social é extremamente necessária, tanto na interacção social como no comportamento organizacional. É o que se vai discutir ao longo das páginas deste livro que trata das falhas organizacionais e dos mecanismos apropriados para que numa empresa se possam utilizar os conhecimentos da Psicologia para o bem-estar de todos, complementado pela alta produtividade dos seus membros e satisfação dos clientes.

No funcionamento do marketing e da venda, também se torna importante utilizar os mecanismos de interacção e «influência».

Todo o «produto» destina-se a ser consumido e, para tal, deve ser apresentado ao consumidor com o realce de todas as suas virtualidades. Se o vendedor ajudar o comprador a escolher bem o produto que mais lhe interessa, não será este um modo de «fidelizar» a clientela?

ÍNDICE
Palavras prévias
Acontecimentos do quotidiano
aprender com o passado – melhorar o futuro
viva o carnaval
assim vai a justiça
atentado ao pudor
numa escola preparatória
os telefonemas no hospital
a dieta do ulceroso
o bar da associação
as maravilhas das nossas técnicas
livros para o futuro
O princípio fundamental de Peter e os desejos dos empregados
Gestão humanizada numa empresa moderna
o absentismo
salários e produtividade
horários flexíveis
necessidades e satisfações dos trabalhadores
os furtos dos trabalhadores
organizações saudáveis e doentias
Diferenças entre empregados pró-sindicato e pró-patronato
«Entrevistas» de encorajamento
Organizaçõss saudáveis e doentias com valores em mudança
valores empresariais e laborais
Caminho para a autorealização
estilos de gestão a evitar
carta dos direitos
programas de relações humanas
autorealização e produtividade
Consciência duma personalidade bem desenvolvida
Relações humanas na empresa
A importância do marketing
O bom vendedor
Casos pontuais
Marketing em acção
Planeamento e prospecção
elaboração do ficheiro de prospecção
A «entrevista» para a venda
Meios escritos, sonoros e visuais
Contacto vendedor-cliente
vendedor desastrado
cliente difícil e ansioso
cliente desorganizado e confuso
cliente dominador e prepotente
Os «truques» na venda
a inércia do «sim»
aproveitar o «não»
o silêncio é de ouro
a importância da «informação»
o livro «a metro»?
Palavras finais
Resumo do conteúdo dos livros indicados
Bibliografia

(Centro de Psicologia Clínica), ISBN: 978-972-725- 042-4;

14×21 [cm] / 276 páginas, € 30,00 (por publicar)

Enquanto não encontrar este livro, pode utilizar, em sua substituição:

FALHAS ORGANIZACIONAIS (Clássica Editora, ISBN 972-561-261-2).
HUMANISMO NA GESTÃO – Eficiência e Produtividade
(Clássica Editora, ISBN 972-561-235-3).
MARKETING E VENDA  (Clássica Editora, ISBN 972-561-271-5)
SINDICALISMO. Que Futuro? (Clássica Editora, ISBN 972-561-240-X)

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A utilização de cada livro em casos individuais pode ser obtida com a consulta do post HISTÓRIA DO NOSSO BLOG – sempre actualizada.

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PSICOTERAPIAS DIFÍCEIS (M)


Dificeis-C

Este livro descreve 4 casos em que a terapia foi muito tardia ou extremamente difícil e até impossível, por não se terem tomado as medidas profilácticas necessárias, nem ter havido uma colaboração indispensável do próprio e, muito menos da família.

Por este motivo, além dum possível despiste e duma intervenção atempada, adequada e séria,  insiste-se imenso na prevenção, com uma «EDUCAÇÃO» adequada para a boa estruturação da personalidade, a fim de evitar males maiores, às vezes, irrecuperáveis e alienantes.

Caso do «Mijão».
Um empresário de sucesso emigrado para a Venezuela, ainda «molhava a cama» aos 25 anos de idade, depois de casado e com filhos. Envergonhado e sem outro recurso senão «aguentar» a situação, foi-se desenvencilhando até conseguir que um psicólogo o ajudasse a reduzir a sua «dificuldade» paulatinamente e com muita perseverança, socorrendo-se de muitos exemplos de outras pessoas mais jovens e com a prática que era necessária da sua parte. As técnicas de modificação do comportamento utilizadas neste caso de enurese, foram posteriormente aplicadas com uma criança conhecida dum seu amigo de infância. De extrema utilidade e de fácil aplicação, são um dos meios psicoterapêuticos de maior divulgação nos Estados Unidos da América e nos países de expressão anglófona.

Caso do «Calimero».
Um rapaz de 21 anos, esteve em psicoterapia convencional de aconselhamento cerca de 2 anos por ter subidas bruscas de tensão arterial, além de medos e aflições constantes. Deixou de estudar e de viajar em transportes públicos, ficando quase incapaz de ir a Lisboa ou viajar em transporte familiar durante mais do que uma hora, sem sair para «arejar». Havendo pouca colaboração conjugada dos pais, submetido à terapia de Imaginação Orientada e com pouca colaboração sua, conseguiu melhorar substancialmente dentro de um ano, ao fim de 35 períodos de terapia. Contudo, a sua pouca colaboração não ajudou a que atingisse um desempenho melhor que foi obtido somente ao fim de mais de dois anos. A média desses medos que atingia 9,70 na 2ª semana de psicoterapia, baixou para 6,12 na 40ª semana e para 4,52 na 84ª semana.
Este jovem, por ter dificuldades na aprendizagem, especialmente na leitura, tinha sido apoiado em terapia da fala com recurso a psicólogos e outros terapeutas e médicos, sem muitas melhorias. Continuando assim até ao 11º ano, começou a apresentar mais dificuldades, apesar de ser apoiado em psicologia e psicoterapia nos últimos tempos. Não tendo passado de 11º ano durante 4 anos, até aos 21, conseguiu concluir uma Licenciatura em Artes Fotográficas aos 26, com 16 valores e expectativa dum bom emprego.

Caso da «Perfeccionista»
Uma médica em vias de especialização, foi submetida a psicoterapia porque sentia dificuldades na realização do seu estágio profissional e no contacto com os outros. Filha dum farmacêutico, já falecido, vivia muito os problemas dos pais, especialmente da mãe, que desejava que a filha tivesse muito boas notas, tal como o pai também quereria. Tendo conseguido melhoras substanciais com o apoio psicológico, piorou as notas quando a mãe, devido ao seu desconhecimento de que a psicoterapia dá melhores resultados sem o acompanhamento de medicamentos, a obrigou a consultar o psiquiatra porque a viu nervosa na véspera do exame. Sendo imediatamente medicada, foi ao exame e baixou a nota regular do estágio, de 15 para 13. Isto fez com que o psicólogo que a tinha apoiado, deixasse de a acompanhar enquanto estivesse com a medicação. Passado algum tempo, continuando a ter forte contacto com a mãe e com acompanhamento psiquiátrico, esta médica começou a ter ideias de suicídio, passando posteriormente a ameaçar a mãe de que também a mataria. Foi diagnosticada como sofrendo de psicose bipolar benigna, continuando a submeter-se à medicação, cada vez mais forte.

Caso do «Pasteleiro»
Um senhor que tinha vários medos e, por isso, dizia que não conseguia trabalhar num determinado emprego apesar de ser um bom pasteleiro, submeteu-se à psicoterapia. Pouco conseguiu relaxar mas, quando melhorou um pouco, foi proposto que enfrentasse os medos de andar na rua. Não aceitou e teve imediatamente familiares que disseram não ser aconselhável, prontificando-se ir buscá-lo à porta do consultório, mesmo sem o deixar esperar alguns minutos pelo transporte. Descobriu depois que se sentia homossexual e por, isso, não conseguia estar no emprego. Aos poucos, ia «descobrindo» mais maleitas para «ficar doente» e ir ao médico que mandava fazer exames, análises, etc. A família colaborava com ele mas desejava que ele ficasse «curado» sem o ajudar a enfrentar as suas dificuldades. As organizações religiosas que a família frequentava também tinham muita «compreensão» quando ele se mostrava incapaz. Em psicoterapia, não existe qualquer método, mesmo que seja muito violento, que ajude uma pessoa a ficar boa, se ela assim o não desejar. Os métodos violentos e coercivos podem ser utilizados em alguns regimes prisionais mas, mesmo assim, não dão bons resultados para o próprio indivíduo.

Em qualquer destes 4 casos, o meio ambiente não ajudou, se não tiver desajudado além de que  os conhecimentos dos interessados sobre o funcionamento da ciência psicológica eram poucos. Os interessados não desejaram ler muita coisa, os treinos foram reduzidos e a sua colaboração deixou muito a desejar, cada um à sua maneira. Numa psicoterapia eficaz, a colaboração do próprio é extremamente importante, reservando-se ao psicoterapeuta o papel de guia, orientador ou catalizador.

(Centro de Psicologia Clínica) ISBN 978-972-725-041-7;
14×21 [cm] / 216 páginas  25,00 € (por publicar)

Enquanto não encontrar este livro, pode utilizar, em sua substituição, relacionado apenas com o «caso» do «Mijão»:

MOLHAR A CAMA NÃO INTERESSA! (PLÁTANO, ISBN 972-707-311-5).

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PSICOTERAPIAS BEM SUCEDIDAS – 3 «casos» (L)


Psi-Bem-C

Este livro descreve psicoterapias realizadas em 3 «casos» muito diferentes uns dos outros, mas satisfatoriamente resolvidos.

O primeiro, é o «Caso» da Cristina:
A Cristina, com curso superior e uma boa profissão, filha única de pais relativamente «bem instalados na vida», tinha dificuldade em lidar com outras pessoas. Isto repercutia-se negativamente na sua carreira profissional e no relacionamento social com colegas e clientes, apesar de ela não assumir que tinha essas dificuldades – não estava maluca!
A causa fundamental das suas dificuldades era a «educação» muito civilizada e preconceituosa de «sempre bem-educada», que os pais lhe tinham dado, sem saber o «mal» que isso lhe poderia fazer.
Este caso demonstra a importância fundamental do meio-ambiente familiar, social e cultural na estruturação da personalidade e sua interacção no meio em que se insere. É um facto muito frequente e que pode ser facilmente desmistificado com um conhecimento real do funcionamento do comportamento humeno isoladamente (F) e em interacção social  (K). Estas noções, com factos do dia-a-dia, podem ser «desmontados» e  realisticamente esclarecidos em público para evitar muitos desequilíbrios psicológicos totalmente evitáveis. 
O resultado da (pseudo)psicoterapia (em parte, familiar) foi muito encorajador e serviu como profilaxia para o futuro e para os pais reconhecerem os seus «erros» e modificarem muito voluntariamente as suas atitudes e comportamentos em relação à educação e à vivência social e familiar com os futuros vindouros.
Por isso, o tempo utilizado na sua psicoterapia (dissimuladamente, em casa dela), foi de 110 horas (equivalente a 220 períodos de psicoterapia). Se a psicoterapia individual fosse realizada apenas no consultório, com pleno consentimento, compreensão e colaboração da paciente, o número de períodos não excederia 100, em vez dos 220 períodos realizados em sua casa.
Houve necessidade de que ela, além de leitura orientada, praticasse o relaxamento mental em casa e isto deu-lhe capacidade de profilaxia e prevenção não só em relação ao casamento mas ainda no que respeita à educação dos futuros filhos.

O segundo, é o «Caso» da Germana:
Empregada de escritório, solteira, estava «amigada» com «Tal», um indivíduo casado que a tratava com pouca deferência e de quem ela não conseguia «livrar-se» por sua própria incapacidade.
Esta amantização exclusiva devia-se à sua dificuldade, devida aos problemas familiares, em manter uma vida social vulgar, como muitas pessoas da sua idade e condição social.
A psicoterapia foi efectuada individualmente no consultório. Para que proporcionasse um resultado satisfatório e duradouro, houve necessidade de fazer 44 períodos que foram acrescidos de cerca de 500 períodos de treino em casa e alguma laitura orientada. Se houvesse uma melhor compreensão e uma maior colaboração inicial, o número de períodos no consultório poderia ter baixado de 44 para 35. Se porventura, não houvesse treino em casa, o número de períodos no consultório seria, seguramente, superior a 100, em vez de 44.
A Germana teve de interromper a psicoterapia antes de a finalizar, por motivos de força maior, mas esses motivos foram muito bons e válidos!
O resultado foi ela deixar o «Tal» e casar com outra pessoa, também com dificuldades emocionais, a quem ela conseguiu ajudar imenso na sua recuperação.

O terceiro, é o «Caso» do Januário:
O actual marido da Germana, de quem tem dois filhos, esteve muitos anos com desequilíbrios emocionais muito acentuados, devido à educação muito repressiva a que ficou submetido numa família à moda antiga.
Com a morte súbita do pai, tudo mudou e até o seu curso superior teve de ser interrompido quase no fim, para começar a trabalhar, sentindo-se cada vez pior consigo próprio.
Por isso, sujeitou-se durante mais de meia dúzia de anos à quimioterapia, psicoterapia e psicanálise, continuando a sentir-se cada vez pior e ficando desiludido com toda essas experiências, por causa dos péssimos resultados obtidos.
Sem saber mais nada a não ser as vantagens do relaxamento explicadas pela Germana, fez antecipadamente o equivalente a cerca de 1500 períodos de treino em casa.
Durante esse treino e depois de muitas leituras orientadas pela Germana, desconfiado com as psicoterapias, desejou saber as vantagens, desvantagens e características de mais de uma dezana delas, em cerca de 30 horas de conversa café.  Depois, mesmo sem uma compreensão adequada das causas do seu desequilíbrio psicológico, bastaram apenas 20 períodos no consultório, apenas num fim-de-semana, para atingir um resultado óptimo e duradouro.

(Centro de Psicologia Clínica)  ISBN 978-972-725-040-0;
14×21 [cm] / 264 páginas, 30,00 € (por publicar)

Quem desejar este livro, que será publicado logo que possível, deve enviar um e-mail para [mariodenoronha@gmail.com]

Enquanto não encontrar este livro, pode utilizar, em sua substituição:

SUCESSO NA VIDA! Por Que Não?
(PLÁTANO, ISBN 972-770-223-6) (Como «EDUCAR» Hoje, da HUGIN).
STRESS? Reduza-o já! (PLÁTANO, ISBN 972-707-284-4).
PSICOTERAPIA Para Quê? (PLÁTANO, ISBN 972-707-301-8).

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INTERACÇÃO SOCIAL (K)


 


Noções básicas da Psicologia Social com a descrição dos diversos fenómenos psicológicos que medeiam a acção individual e a interacção humana em grupos e em sociedades.

São expostas diversas teorias e maneiras de abordar a Psicologia, com implicações na vida social e na gestão dos recursos humanos. O livro explica teoricamente como se formam e se negoceiam os conflitos e o modo como se devem tomar as decisões numa sociedade em que a vida deve ser gerida de maneira adequada para uma boa paz, harmonia e progresso.

Numa sociedade em que se torna necessário utilizar, cada vez mais, os conhecimentos teóricos da Psicologia Social ou Sociopsicologia para uma interacção desejável, estes conhecimentos são uma mais-valia para todos e, especialmente, para os futuros gestores, sendo essenciais para se compreender e realizar uma psicoterapia autónoma ou com pouca ajuda do psicólogo.

ÍNDICE

Introdução
Significado e origem da Psicologia social
História da Psicologia Social
A metodologia da Psicologia Social
Dados e Factores da Psicologia Social
Afiliação
Atenção
Atitude
Atribuição
Comunicação
Conflito
Conformismo
Dissonância cognitiva
Facilitação social
Frustração
Inteligência
Memória
Motivação
Percepção
Personalidade
Interacção Humana
Grupos, colectivos e multidões
Processos de interacção no grupo
Efeitos do grupo na tarefa membros e rendimento
Negociação e Decisão
Liderança, Influência, Poder e Gestão
Sociedade e Cultura
Estereótipos, Preconceitos e Aculturação
Papéis Sociais e Predição do Comportamento
Avaliação
Resumo do conteúdo das obras indicadas
Índice remissivo
Bibliografia

(Centro de Psicologia Clínica)  ISBN: 978-972-725-036-3
14×21 [cm] / 264 páginas, 30,00 € (por publicar)

Enquanto este livro não por publicado, existe o recurso a:

O HOMEM EM SOCIEDADE – Aspectos Psicossociológicos (PLÁTANO, ISBN 972-707-372-7).
DO CONFLITO À GESTÃO E À DECISÃO NEGOCIADA (PLÁTANO, ISBN 972-707-331-X).
INTERACÇÃO HUMANA (HOMEM SOCIEDADE, ORGANIZAÇÃO) (apontamentos do Centro de Psicologia Clínica)

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IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J)


 


Apresentação dos fundamentos da prática psicoterapêutica utilizada durante mais de 40 anos, mesmo sem o acompanhamento de  livros, que estão disponíveis neste momento na colecção BiblioTerapia. Em muitos dos «casos» apresentados na colecção da Biblioterapia, foi utilizada a técnica da Imaginação Orientada (IO) conjugada com a da Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA).
A IO, aliada à TEA e à autohipnose, pode conjugar-se de forma ecléctica, pragmática, objectiva e realista, com a teoria e a prática da terapia centrada no cliente, da reestruturação cognitiva, da logoterapia, da modificação do comportamento e da análise psicológica profunda.

A descrição dos seus fundamentos, evolução, modos de actuação e resultados conseguidos desde 1973/75, utilizando o formato de um diálogo, destina-se a ser percebida por todos, incluindo por quem não têm uma formação específica em Psicoterapia, ou mesmo em Picologia. É essencial que, além dos treinos indispensáveis e persistentes, todos compreendam a razão de determinados treinos e pressupostos utilizados numa psicoterapia que pode ser muito fácil, cómoda, económica, autónoma e vantajosa para o próprio, servindo também de profilaxia.

O Antunes utilizou-a sozinho, com muito sucesso. O Júlio, a Cristina, a Germana, o Januário, a Cidália, o Tiago, o Joel, a Isilda e a «nova paciente», descritos em outros livros, tiveram pouca ajuda. Tudo isto se traduziu em economia de tempo e dinheiro, além de comodidade para os pacientes, que conseguiram obter resultados muito eficazes e duradouros, com prevenção para o futuro.  

Na primeira parte do livro, com perguntas e respostas, prestam-se diversos esclarecimentos frequentemente solicitados pelos consulentes, utentes ou «pacientes» dos psicólogos. Essas respostas ajudaram e motivaram o Antunes a fazer a sua autoterapia. O livro também dá respostas às variadas situações de consultas de psicologia, exames de nível intelectual, personalidade, psicopatologia, neuropsicologia, selecção profissional e vocacional, apoios psicopedagógico e psicoterapêutico, psicanálise, modificação do comportamento, logoterapia, hipnose, Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), Imaginação Orientada (IO), utilização da psicologia na política, nas empresas, promoção e publicidade.

Esclarecem-se assim muitos dos actos praticados em Psicologia e que são mal interpretados ou desconhecidos do público em geral, desfazendo-se confusões muito comuns na nossa sociedade e talvez avolumados por alguma comunicação social, especialmente relacionadas com muitos tipos de terapias muito restritivas ou até da utilização da hipnose como espectáculo.

O formato de diálogo entre dois velhos amigos, ambos frustrados por não terem conseguido continuar o curso de Direito, torna aliciante o modo como os assuntos são apresentados. Um dos amigos resolveu a sua frustração especializando-se nos negócios de economia e finanças e o outro, dedicou-se à psicologia e à psicoterapia.

Assim, a partir duma longa conversa com um psicólogo amigo, que lhe deu muitas indicações sem ser em consulta, o Antunes conseguiu, por si só,  dar novo rumo à sua vida começando por apoiar a filha na reeducação e ensaiando consigo a autoterapia (B) o que se traduziu na sua promoção profissional, solução do insucesso escolar da filha e melhoria do estado depressivo da mulher, tornando-se uma profilaxia para toda a família.

ÍNDICE
Informação prévia
O começo da conversa
Perguntas e Respostas
consulta de psicologia ou psiquiatria?
consulta com psicólogo
acções psicológicas
escolha e controlo das acções
Quem consultar, como e quando?
ludibriar e enganar
psicanalista, psicoterapeuta, psiquiatra, psicólogo clínico
A consulta
consulta psicológica
como é e quanto tempo dura
rapidez da consulta
psicoterapia imediata
Avaliações psicológicas
avaliação psicológica
observação directa
despistagem
exame psicológico
relatório do exame
escala de depressão/ansiedade de Leeds
Provas psicológicas
para que servem?
como se aplicam?
exame de nível intelectual
exame de personalidade
avaliação neuropsicológica
orientação escolar ou vocacional
selecção profissional
Psicoterapias
o que são?
quando utilizar?
tipos de psicoterapia
diferenças entre psicoterapias
desistências em psicoterapia
melhorias sentidas e conseguidas
dependência da psicoterapia
Psicanálise, Logoterapia, Modificação do Comportamento
psicanálise
logoterapia
biofeedback  etc.
alterações do comportamento
A hipnose clínica na terapia psicológica
o que é?
necessidade na terapia
utilização na logoterapia
perigos da hipnose
sugestões possíveis
hipnoterapia?
hipnose espectacular
Psicopedagogia e reeducação
psicologia na educação e ensino
apoio psicopedagógico
reeducação
vergonha ou desorientação na psicopedagogia
previsão do tempo de reeducação
tempo de duração das sessões
vícios e dificuldades escolares
Psicologia na interacção social
escolha do reeducador ou terapeuta
terapia familiar quando?
facilitar o conforto das crianças?
recuperação dos toxicodependentes
aconselhamento
sessões de sensibilização
publicações
autoterapia
adesão das pessoas
Os custos financeiros das acções psicológicas
dispêndios com a psicoterapia
as melhores soluções
diferenças nos preços das consultas
Psicologia nas organizações e na indústria
benefícios para a indústria e organizações
benefícios para o mercado de trabalho
benefícios para os empresários
os EAP americanos
consultorias e suas vantagens
o que se passa em Portugal?
Preocupação com os diagnósticos
depressão e ansiedade
visão positiva da vida
emoções e atitudes fundamentais
os diagnósticos
depressão
Psicologia na promoção, publicidade e política
publicidade, promoção e sua influência
influência na política
modelagem / atitude
dissonância cognitiva / depressão / conflito
depressão aprendida / reacção à frustração
Como tudo começou
conversa 10 anos depois
Terapia do Equilíbrio Afectivo
gráficos e registos da investigação
investigação em neuropsicologia
Imaginação Orientada
investigação em neuropsicologia
história da hipnose
Psicoterapia e Profilaxia
orientação da psicoterapia
psicoterapia de imediato?
história aprofundada do paciente
psicoterapia de profundidade
tentativas de desistência
muitas horas em psicoterapia
recomendações para início da psicoterapia
leitura de livros e consulta do blog
profilaxia
catamnese, resultados e avaliações
Finalmente
Resumo do conteúdo das obras indicadas
Bibliografia

 

Centro de Psicologia Clínica, ISBN: 978-972-725-033-2
14×21 [cm] / 192 páginas, 20,00 € (por publicar)

 

Agora, além deste livro, existe o «AUTOTERAPIA» (P) no qual se descrevem os procedimentos necessários para se conseguir fazer uma psicoterapia autónoma sem a ajuda do psicólogo.
Em breve, um novo livro «A  PRÁTICA DA BIBLIOTERAPIA» irá dar todas as indicações necessárias para se fazer psicoterapia, dar apoio psicopedagógico ou trabalhar autonomamente no desenvolvimento pessoal só com a leitura bem orientada de livros inseridos na colecção da «Biblioterapia», além de diversos procedimentos necessários para atingir um relxamento mental profundo destinado à análise do passado no sentido de causas/efeitos, reestruturação cognitiva e descoberta dum novo caminho com a aprendizagem dos erros do passado.

Enquanto não encontrar este livro, pode utilizar PARA QUE SERVE A PSICOLOGIA? (PLÁTANO, ISBN 972-770-303-8) que é a primeira parte do novo livro e se refere apenas à última parte acima mencionada.

Para facilitar todo o processo de recuperação de forma autónoma e independente, foi idealizado e preparado o livro  https://livroseterapia.wordpress.com/2013/09/26/autoterapia-psico-para-todos-p/

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NEUROPSICOLOGIA na Reeducação e Reabilitação (I)


 

Mais de 25 anos de prática na reeducação e integração de crianças deficientes estão descritos neste livro que tenta demonstrar como se podem utilizar as «ferramentas» baseadas na neuropsicologia que, mesmo sem esta designação, foi sempre aproveitada para uma reeducação e integração eficaz das crianças com dificuldades e ainda para a optimização das capacidades de todas.

É um trabalho que pode ser levado a cabo pelos pais ou familiares para substituir ou complementar as acções dos especialistas, melhorando o desempenho dos apoiados.
 

ÍNDICE
PREFÁCIOS
SUCESSO / INSUCESSO ESCOLAR
NORMALIDADE, MÉDIAS, MEDIDAS
AVALIAÇÕES
OBJECTIVO DA REEDUCAÇÃO
FUNÇÕES CEREBRAIS
PRINCÍPIOS DE REEDUCAÇÃO
ESTRUTURA E DESENVOLVIMENTO CEREBRAL
DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS
DISTÚRBIOS NEUROFISIOLÓGICOS
DISTÚRBIOS DAS CRIANÇAS
DIAGNÓSTICOS DE LOCALIZAÇÃO
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO
PONTOS FORTES E FRACOS
OBSERVAÇÃO E REGISTO
DICAS PARA EXERCÍCIOS PRÁTICOS
RAÚL e VERÓNICA– normalidade e deficiência
JORGE – um caso vulgar
FILIPE – do início ao fim
ELSA – terapia familiar?
RENATO – colaboração global?
FLÁVIA – insucesso «provocado»
BOSCO – aprender brincando
REEDUCAÇÕES DIVERSAS
REEDUCAÇÃO DE COMPORTAMENTOS
O CONDICIONAMENTO OPERANTE E OS DEFICIENTES
E ANTES DO INFANTÁRIO?
RECOMENDAÇÃO FINAL
CONCLUSÃO
RESUMO DO CONTEÚDO DAS OBRAS INDICADAS
GLOSSÁRIO E INFORMAÇÕES

(Centro de Psicologia Clínica)  ISBN: 978-972-725-039-4
14×21 [cm] / 360 páginas, 45,00 € (por publicar)

Enquanto não encontrar este livro, pode utilizar, em sua substituição:
SUCESSO ESCOLAR (Plátano, 2ª ed., ISBN 972-707-052-3)
APOIO PSICOPEDAGÓGICO (Plátano, ISBN 972-707-078-7)
REEDUCAR COMO? (Plátano, ISBN 972-770-208-2)

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COMBATA OU EVITE A DEPRESSÃO (H)


 

«Casos» da Isilda e da «nova paciente»:
A Isilda tentou suicidar-se por «males de amor» com comprimidos utilizados pela mãe, quando o namorado a trocou por outra.
Foi apoiada regularmente em ambiente hospitalar durante alguns meses. Contudo, só com o seu forte empenho em praticar em casa os exercícios de relaxamento que lhe eram recomendados, no âmbito da Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), «mandou às malvas» a ideia de suicídio logo que conseguiu ter um namorado «de confiança» para constituir família.

A «nova paciente», com um nível académico muito avançado, casada, com um filho, tinha dificuldades no relacionamento conjugal.
Apesar de estar numa fase avançada de pós-doutoramento, sentia imensas dificuldades tanto na preparação da matéria como na docência.
Diagnosticada também como depressiva, sob uma forte medicação, leu a experiência da Isilda e, não podendo fazer no consultório, na totalidade, mais do que três curtos períodos de consulta e relaxamento, foi praticando em casa os exercícios aprendidos até conseguir prescindir completamente dos medicamentos, resolver as dificuldades com o ex-marido, melhorar na esfera académica e profissional e preocupar-se com a profilaxia a fazer com o seu único filho.

Se a psicoterapia desta «nova paciente» fosse realizada individualmente apenas no consultório, ter-se-iam efectuado cerca de 30 a 40 períodos. Na situação real, com a boa compreensão e colaboração da paciente, ela despendeu apenas o tempo de 3 períodos no consultório, acrescidos de muita leitura e pelo menos 500 períodos de treino em casa, para atingir um resultado surpreendente.

ÍNDICE
Palavras prévias
Um caso típico: suicídio frustrado
«Entrevista» inicial com a «paciente»
A história da Isilda
A Isilda compreendia o seu «mundo»?
Avaliação dos sintomas
O que é a depressão
Depressão: uma visão global
Pesquisas e teorias
Depressão reactiva
Insónias, depressão e seus sintomas
Suicídio
A psicoterapia resulta?
O «caso» da Isilda
Os procedimentos psicoterapêuticos
Os exercícios em psicoterapia
Evolução da psicoterapia
Os gráficos de apoio
Auto-avaliação das dificuldades
A educação como factor depressor
Seguimento (follow-up) do «caso»
Recomendações para evitar ou controlar a depressão
A «nova paciente»
«Dicas» da «nova paciente»
Resumo do conteúdo das obras indicadas
Bibliografia

Centro de Psicologia Clínica, ISBN: 978-972-725-035-6
14×21 [cm], / 120 páginas, 15,00 € (por publicar)

Enquanto não encontrar esta 3ª edição modificada, pode utilizar a 2ª,
DEPRESSÃO? Não Obrigado!” (HUGIN, ISBN 972-8310-64-5) 10,50 €.

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PSICOPATA! Eu? (G)


«Caso» do Joel:

Filho de pais separados e litigantes, foi entregue pelo tribunal, desde tenra idede, aos cuidados da avó paterna que o internou, entre os 8 e os 15 anos, num colégio interno «muito conceituado», donde saía só nas férias, passando lá os fins-de-semana, quase sozinho. Concluiu apenas o 6º ano por «ser fraco da cabeça». Não tinha amigos, a não ser um cão, quase abandonado, que brincava com ele no pátio de recreio desse internato.

Durante o namoro com uma jovem «adoptada», que vivia no apartamento fronteiro ao da avó, tentou matá-la por três vezes, por se sentir rejeitado e traído por ela, que era bastante interessante e muito cortejada.

Depois de ter sido diagnosticado, provisoriamente, por um psiquiatra, como PSICOPATA, foi apoiado em psicoterapia com a técnica de Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA) e ensaios incipientes e inadvertidos da Imaginação Orientada (IO), sem autohipnose. Só 17 sessões, bastante prolongadas (2 horas e meia ou mais), muita leitura, prática do relaxamento muscular e mental, análise do passado e «descoberta» do seu sentido de vida e de novas formas de reagir, foram o único apoio que teve em psicoterapia «não oficial e voluntária», indispensável mas suficiente para conseguir superar as dificuldes de toda uma vida de um quarto de século de desassossêgo, inferiorizações e recalcamentos. 

Passado algum tempo, depois de ter melhorado substancialmente com muito empenho seu, além de treino continuado e perseverante, soube que a «sua noiva» tinha emigrado subitamente por indicação do psiquiatra, «para não ser morta pelo Joel». Rescindindo o contrato num tempo da reestruturação da empresa onde trabalhava e tendo conseguido montar, sozinho, uma pequena actividade empresarial com a indemnização obtida, encontrou o psicólogo que o ajudara inicialmente na psicoterapia e perguntou-lhe, muito admirado:
PSICOPATA! Eu?
E tinha toda a razão.

O seu caso foi apresentado no 1º Congresso de Psicologia, em 1979, 2 anos depois de ter sido dado como concluído com melhoria a 50%. Assistindo a essa apresentação, por vontade sua, anonimamente e muito bem vestido, sentado entre duas psicólogas, Joel  «não as estrangulou…» apesar de elas terem feito reparos inadequados e disparatados acerca do caso, quase ofensivos para ele, e até concordando com elas.

Contudo, achava que os seus actos para com a «noiva» não tinham sido adequados, mas que um dos factores importantes para esse seu comportamento, tinha sido a deficiência de educação e do seu ambiente familiar, social e escolar (D), além da falta de qualquer apoio pedagógico ou psicoterapêutico atempado (I).

Em longa conversa posterior com o psicólogo, conseguiu compreender o modo como os «testes» psicológicos, bem aplicados e criteriosamente interpretados, podem ajudar a avaliar e orientar a psicoterapia. Além disso, depois de muitas leituras e conversas com o psicólogo, conseguiu fazer as necessárias «viagens ao interior da sua mente» para orientar a sua vida de modo completamente diferente e em boa paz e harmonia consigo próprio, continuando solteiro apesar de ter sido defraudado da única companhia que lhe interessava, de facto: a «sua noiva».

Estes «rótulos», dados  às vezes por «conveniência de serviço», podem, muitas vezes, perturbar o próprio e até ser prejudiciais para a sua interacção profissional, familiar e social. Por isso, melhor é antes prevenir do que tarde remediar, frequentemente, muito mal.

No momento dos seus «actos infelizes», Joel não passava de um neurótico reactivo depressivo e inferiorizado, completamente recuperável e recuperado, tendo reagido perante uma grande frustração, podendo ser que nem isso acontecesse se tivessem sido tomadas as devidas acções preventivas e profilácticas muito fáceis de se manter. 

Discutem-se também os casos de Renato Seabra (2011), e Anders Breivik (2012) realçando a importância da EDUCAÇÃO e do ambiente familiar como um meio preventivo e profiláctico. E os jihadistas actuais?

Toda a actuação do Joel na sua própria psicoterapia e prevenção, depois de muitas leituras e de ter consultado o blog [psicologiaparaque.wordpress.com], levou-o a solicitar ao psicólogo que incluísse no final do «seu» livro uma LISTA DE PROCEDIMENTOS que ajudasse outras pessoas em dificuldade a promover uma profilaxia e prevenção ou até uma psicoterapia por iniciativa própria e pouca ajuda de especialistas.

Logo que se soube do falecimento do Joel, ficou decidido que, em vez dessa Lista de Procedimentos, seria preparado, em sua homenagam, o livro especificamente destinado à «AUTO{psico}TERAPIA» (P)

 

ÍNDICE

Prefácio
Profilaxia
A história Inicial
A psicoterapia em si
As sessões terapêuticas
Algumas curiosidades
As medidas de avaliação e de progresso
Discussão do «caso»
O problema dos diagnósticos
Os percalços na psicoterapia
As provas projectivas e…
Anos depois
Reencontro com Joel
Resumo do conteúdo das obras indicadas
Bibliografia

(Centro de Psicologia Clínica)   ISBN: 978-972-725-037-0
14×21 [cm],/ 96 páginas,  12,00 € (por publicar)

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Veja o Relatório Anual de 2011 para este blog.

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PSICOLOGIA PARA TODOS (F)


 

Este livro, iniciado com “O Uso Social da Psicologia”, da Clássica Editora, que se modificou mais tarde para “Psicologia no Dia-a-Dia”,  já com outra capa, foi transformado posteriormente nos 5 pequenos volumes de “Como Modificar o Comportamentoteoria, prática, técnicas, «casos», previsão” da Plátano Editora.

Já actualizado, reorganizado e aumentado, escrito em linguagem muito simples e compreensível, engloba vastas noções básicas da ciência do comportamento e apresenta a utilização dos conhecimentos da psicologia na vida prática para o bem-estar pessoal e social.

Destina-se essencialmente aos técnicas mas, a linguagem utilizada, os exemplos apresentados e a forma de exposição, fazem com que todos os conhecimentos teóricos e técnicos apresentados possam ser facilmente compreendidos pelo público menos preparado em Psicologia, que o pode utilizar no seu dia-a-dia.

Descreve inúmeros casos semelhantes àqueles com que nos defrontamos a todo o momento e apresenta o modo como, em cada caso específico, foram utilizados os diversos instrumentos fornecidos pela ciência do comportamento, discutindo a razão da sua escolha e aplicação. Utiliza essencialmente a modificação do comportamento na vida do quotidiano, fazendo um paralelismo entre o jargão científico e a linguagem vulgar, indicando também como se pode fazer o seguimento dum caso e a  avaliação da eficácia ou ineficácia dos métodos e técnicas utilizadas.

Será possível fazer uma previsão do comportamento através da observação dos factos que ocorrem no nosso dia-a-dia?     Lendo este livro com cuidado e será possível ver que muito se pode prever e, mais do que isso, evitar ou alterar muitos dos comportamentos que nos conduzem a um desequilíbrio momentâneo ou até a um estado de neurose, facilmente erradicável se compreendermos bem os mecanismos do funcionamento do comportamento humano.

No final, para aferir os seus conhecimentos sobre o funcionamento da Psicologia Humana, tem uma prova muito simples de responder.

Enquanto não encontrar este livro, pode utilizar, em sua substituição, os 5 volumes de (Plátano Editora) ou o da (Clássica Editora)

ÍNDICE

PREFÁCIO
INTRODUÇÃO
PORQUÊ ESTE LIVRO?
FACTOS DO DIA-A-DIA
O caçador e o seu cão
Num Hospital Psiquiátrico
O «maluco» na rua
ANÁLISE DO COMPORTAMENTO
As minhas viagens de autocarro
As frustrações da Filipa
António e o seu Chefe
A família do Sr. Fernandes
Os preconceitos e as «doenças» da Francisca
As «malandrices» dum funcionário
As «birrinhas» da filha da Mónica
O psicólogo e o meio ambiente
PODEMOS MODIFICAR O COMPORTAMENTO?
Suas contingências
Leis do comportamento
Outros exemplos
COMPORTAMENTO E REFORÇO
Significação
Reforço primário e secundário
Reforço positivo e negativo
Reforço de intervalo ou tempo fixo e variável
reforço de intervalo fixo
reforço de intervalo variável
Reforço de razão fixa e variável
reforço de razão fixa
reforço de razão variável
Reforço aleatório
Reforço vicariante
Reforço imediato
Reforço diferido
Rendimento e pico de extinção
OS DIVERSOS MODOS DE APRENDIZAGEM
Instinto (Imprinting)
Condicionamentos
Condicionamento clássico
Condicionamento operante
Modelagem e observação
Identificação
Representação
GENERALIZAÇÃO/DISCRIMINAÇÃO/TRANSFERÊNCIA
GRATIFICAÇÕES E PUNIÇÕES
Gratificação e o seu benefício
Os perigos da saciação
Uma punição gratificante
As variantes da gratificação
A gratificação punitiva
Consequências da gratificação e da punição
Aprendizagem com gratificação
Aprendizagem com ultrapassagem da frustração
Aprendizagem conjugando gratificação e punição
Punição e seus efeitos
EDUCAR, DIRIGIR, COMANDAR, LIDERAR, ORIENTAR
Actuar racionalmente e não emocionalmente
Raciocinar antes de actuar
A punição na educação e no mau comportamento
Divergências na educação ou actuação
A oportunidade do elogio e do castigo
Facilitação
TÉCNICAS DE MODIFICAÇÃO DO COMPORTAMENTO
REFORÇO
REFORÇO DO COMPORTAMENTO INCOMPATÍVEL
RETIRADA DO REFORÇO
PUNIÇÃO (TIME OUT)
CONDICIONAMENTO AVERSIVO
EXTINÇÃO OU DESAPRENDIZAGEM
REAPRENDIZAGEM
SENSIBILIZAÇÃO
DESSENSIBILIZAÇÃO
SACIAÇÃO (FLOODING)
MOLDAGEM (SHAPING)
AUTO-REFORÇO
MODELAGEM (SOCIAL LEARNING)
FACILITAÇÃO
PSICODRAMA
ACUMULAR VANTAGENS (TOKEN ECONOMY).
IMPEDIR A RESPOSTA (RESPONSE PREVENTION)
CONTRATO ESCRITO
RELAXAMENTO
AUTO-HIPNOSE TERAPÊUTICA
NÍVEL DE TOLERÂNCIA
AVALIAÇÕES E REGISTOS
O EXEMPLO DO GONÇALO
REGISTOS NA REEDUCAÇÃO
OUTROS REGISTOS
ENURÉSIA
«MEDIÇÃO» DE COMPORTAMENTOS
DIFERENCIAL SEMÂNTICO
UM CONJUNTO DE AVALIAÇÕES
COMPARAÇÃO DE RESULTADOS
AVALIAÇÃO DE PROGRESSO
«CASOS
DORA – Infância
ESTÊVÃO – Adolescência
JACINTA – Ex-drogada
ALVES – Técnico competente
A FAMÍLIA Sena
PREVISÃO
Prever o quê e como?
A modificação do comportamento é previsível?
A criança e o galho de árvore
Tiago, um menino muito simpático
Um almoço num clube
A mãe e os seus dois filhos
Na cidade de Moura
As empregadas da loja
A viagem de comboio
O almoço da menina
Os «media» e a educação
Prevenção Rodoviária
Timor Loro Sae
O que sabe acerca do comportamento humano?
RESUMO DO CONTEÚDO DAS OBRAS INDICADAS
ÍNDICE REMISSIVO
BIBLIOGRAFIA

Com base neste livro podem-se fazer «oficinas» ou palestras para elucidar muita gente que queira «inteirar-se» dos meandros da Psicologia, o que conseguirá melhorar o seu bem-estar, assim como dos seus familiares, amigos ou colegas de profissão.
Pode também servir para a aprendizagem dos formandos em Psicologia e até de recem-formados, que não abordaram estes assuntos com a seriedade e profundidade necessárias para uma psicoterapia expedita e eficaz.

Centro de Psicologia Clínica, ISBN: 978-972-725-037-8
14×21 [cm] / 340 páginas, / € 40,00  (por publicar)
 

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Eu Não Sou MALUCO! (E)


 

 

Maluco2

«Caso» do Júlio:

Relato de uma psicoterapia feita quase à distância com um treino inicial mínimo e muito diálogo mantido à mesa de um velho café, utilizando também muita força de vontade e prática do próprio que se sentia frustrado por não ter conseguido estudar em tempo oportuno e por ter vivido a infância longe dos pais, sentindo-se abandono (desterrado), quando, naquele tempo, quase todos tinham de se sujeitar a isso.

Os seus sintomas, diagnosticados como depressão grave já tinham sido «tratados» duas vezes com medicação e baixas médicas, durante 15 dias de cada vez, em menos de ano e meio. Pela terceira vez, foi apoiado em psicoterapia durante 8 semanas, com alívio da medicação e sua eliminação ao fim desse tempo. 

Todo este trabalho psicoterapêutico, cuja essência foi apreendida pelo Júlio à mesa de um café, acompanhado de muitas leituras do interessado, baseadas apenas em apontamentos policopiados e colaboração do próprio nos treinos em casa, baseou-se na Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA) utilizada na Imaginação Orientada (IO), com o apoio da autohipnose e duma análise psicológica profunda para a reestruturação cognitiva, numa orientação da Logoterapia para a modificação do comportamento.

As 8 semanas do apoio dado em 1980, basearam-se em 2 períodos (meia hora cada) de relaxamento no hospital e cerca de 120 períodos de psicoterapia, dos quais 25  em Imaginação Orientada. Isso redundou na melhoria da situação laboral do praticante e no prosseguimento de estudos superiores, conduzindo o protagonista a uma posição profissional, social e económica invejável.

Contudo, a sua total colaboração nas diversas leituras de muitos textos policopiados, a apreeensão da matéria sobre o funcionamento do comportamento humano, os treinos e a prática do relaxamento mental todas as noites, com a Imaginação Orientada (IO) foram essenciais para um resultado mais do que satisfatório. 

A sua história está devidamente pormenorizada ao longo de 22 capítulos que ilustram o modo como se fez a psicoterapia, e a maneira como os ensinamentos colhidos pelo Júlio se transformaram no seu empenho para o treino a fazer em casa e posterior aproveitamento de todas as oportunidades.

Cerca de 20 anos depois de se ter «libertado» dos sintomas e das dificuldades psicológicas e psicossomáticas que o afligiam, o Júlio abordou o psicólogo num centro comercial, com a frase inicial do seu primeiro encontro: “Eu Não Sou MALUCO!” e descreveu-lhe toda a sua «vida ascendente» desde o fim da psicoterapia.

Centro de Psicologia Clínica, ISBN: 978-972-725-031-8 
14×21 [cm],  / 140 páginas,  / € 15,00   (por publicar)

Aceitam-se inscrições para a sua aquisição.

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JOANA, a traquina, ou simplesmente criança? (D)



A história ficcionada da JOANA, apresentada a partir de 1990, no livro COMO COMPREENDER AS CRIANÇAS, continuada com ADOLESCÊNCIA – Idade Crítica?, PREPARAÇÃO PARA A MATERNIDADE e COMO EDUCAR AS CRIANÇAS, está agora reunida em livro único que aborda o desenvolvimento humano até a adolescência, além da apresentação dos conceitos e das técnicas de MODIFICAÇÃO DO COMPORTAMENTO a serem utilizadas na «EDUCAÇÃO» ou numa boa estruturação da personalidade.

As informações e conselhos hipoteticamente dados só aos pais da Joana, são o resultado das consultas ocasionadas durante mais de 10 anos e continuadas nos 25 anos seguintes, a largas centenas de pais. Deste modo, em linguagem muito simplificada, são apresentados os conceitos de reforço positivo e negativo, primário e secundário, de tempo fixo e variável, de razão fixa e variável, aleatório, vicariante e diferido, aprendizagem por modelo e identificação, pico de extinção, moldagem, orientação espacial, lateralização, abstracção, facilitação, pressão e inibição social, dissonância cognitiva, afiliação, motivação, frustração, resolução de conflitos, deslocamento, projecção, extinção, punição, valores, cultura e vários outros, tal como o do muito importante reforço do comportamento incompativel,  além do desenvolvimento humano.

Estes conselhos servem, neste caso, para que os pais ajudem os filhos a ser mais responsáveis e a crescer de forma saudável, de bem consigo próprios e com a sociedade, estruturando uma personalidade equilibrada, equitativa, solidária e democrática, com respeito pelos outros e com um forte sentido de humanismo. Isso ajuda a que, no futuro, a pessoa, estruturando uma personalidade equilibrada, consiga, ao mesmo tempo, ter uma saúde mental satisfatória, interagindo familiar e socialmente de maneira harmoniosa, com um bom desempenho individual, familiar, interpessoal e profissional. 

As discussões «arquitectadas» sobre os diversos temas do dia-a-dia, servem para que os leitores compreendam facilmente e com exemplos, toda a problemática do desenvolvimento pessoal e da educação, a fim de utilizarem todos esses conhecimentos de MODIFICAÇÃO DO COMPORTAMENTO, comoda e economicamente, com a menor intervenção possível do psicólogo, evitando inúmeras consultas inesperadas e extemporâneas, muitas vezes difíceis de conseguir, mas indispensáveis em algumas situações.

Se não fôr este livro, a maior parte dos conceitos essenciais para a MODIFICAÇÃO DO COMPORTAMENTO assim como diversas outras noções terão de ser apreendidas nos livros «PSICOLOGIA PARA TODOS» (F), «Interacção Social» (K) e «SAÚDE MENTAL sem psicopatologia (A) que também são desta colecção de 17 livros de BIBLIOTERAPIA (Q), preparados essencialmente para a prevenção e profilaxia.

Por isso, todos os conceitos apresentados neste livro estão exemplificados com factos do dia-a-dia, para que todas as pessoas os possam utilizar, na prática e com a devida oportunidade. Por isso, este livro abrange o desenvolvimento humano desde a nascença até à adolescência, com vastas noções de utilização prática de modificação do comportamento na vida diária.
Quanto mais cedo se iniciar esta tarefa preventiva e profiláctica de «EDUCAR BEM» uma criança, de maior bem-estar e sossego podem usufruir tanto os pais como a sociedade em geral, porque ficam com bastante certeza de que os filhos não enveredarão pelos caminhos desagradáveis da «droga», da delinquência, do «bullyng», do radicalismo, tão incompreensível como inadmissível, bem como da gravidez, tanto prematura como indesejada.

O equilíbrio indispensável numa família, serve de profilaxia numa sociedade, ainda não completamente democrática, equitativa, humanitária e solidária e em cuja cultura, existem «vícios», desvios, corrupções, prepotências, nepotismos e outras perturbações, deixando muitos pais cada vez mais aflitos com o futuro dos filhos e da sociedade em geral. Se estas noções não forem incutidas nas crianças, desde o berço, como se poderão mudar as mentalidades?

Não é por acaso que surgem os prepotentes, os corruptos, os corruptores, os contestatários, os radicais e os «jihadistas». Eles são o fruto duma educação, com exemplos familiares, enquadrados nos valores e anseios duma determinada sociedade e cultura. Se não actuarmos nestas «origens» que são as causas de muitos comportamentos actuais, não poderemos evitar os efeitos que, muitas vezes são nefastos ou perigosos. Embora, em qualquer sociedade possa haver extremos, eles não devem ter a dimensão nefasta que estamos a presenciar nos tempos actuais. Descobrir e lançar mão a estas causas, para modificar os seus efeitos que não nos interessam, pode ser a única arma eficaz para conseguirmos ter uma sociedade satisfatória.  

A Joana era uma criança irrequieta, birrenta e maçadora. Para alterar o seu comportamento, utilizaram-se apenas as técnicas de modificação do comportamento que é necessário conhecer em profundidade e que foram aqui «discutidas» com os pais da Joana, apresentando exemplos. Em vez de apresentar apenas estratégias teóricas ou técnicas isoladas, aplicam-se e exemplificam-se formas de actuação concretas, em casos reais, enquadrando-os na teoria para que o leitor descubra, nas suas potencialidades, os seus próprias modos de actuação baseados nas suas capacidades.

Como resultado, esta família, em vias de ficar «des-unida» por divergências na educação da filha, ficou «re-unida». Nasceu um rapaz que, ao longo da sua educação, foi ajudado pela Joana através das técnicas de modificação do comportamento ensaiadas com ela num transporte tão vulgar como um comboio suburbano.

Analisando devidamente este «caso», no qual foram enquistadas muitas noções que se podem apresentar em palestras, teria sido o embrião «inconsciente» e «inadvertido» duma prática e colecção de livros para a BIBLIOTERAPIA que se foi desenvolvendo mais tarde e que, naquele momento, só foi apoiada com apontamentos policopiados e alguma literatura adequada em língua estrangeira? Porém, funcionou como Resolução, PREVENÇÃO e PROFILAXIA naquela família, que vive muito feliz e sempre em contacto activo e quase permanente.

A prova de autoconhecimento é para cada um se conhecer a si próprio, modificando o que fôr necessário antes de ajudar os outros. 

 

ÍNDICE
PREFÁCIO
COMPORTAMENTO E MEIO AMBIENTE
O CASTIGO PODE SER EVITADO?
MODELAGEM, EDUCAÇÃO E APRENDIZAGEM
PODEMOS MODIFICAR O COMPORTAMENTO?
DISSONÂNCIA COGNITIVA
EXTINÇÃO: A TÉCNICA DESEJÁVEL MAS DIFÍCIL
EDUCAÇÃO OU HEREDITARIEDADE
O QUE É REFORÇO?
OS DESENCONTROS NA EDUCAÇÃO
APLICAÇÃO DE TÉCNICAS
APRENDER A RESOLVER CONFLITOS
LISTA DE PROCEDIMENTOS: AJUDA IMPORTANTE
UM PRESENTE DE NATAL
ENFIM, O ALGARVE
O INÍCIO DA NOITE
A CURIOSIDADE DOS PAIS
AS GRANDES INDECISÕES
A TOMADA DE CONSCIÊNCIA
A JOANA ACIMA DE TUDO
RESPOSTAS ÀS DÚVIDAS
MAIS DÚVIDAS
O INTERROGATÓRIO
O AGUÇAR DA CURIOSIDADE
UM PASSEIO TURÍSTICO
VIVA O ANO NOVO!
O FIM DAS FÉRIAS
PÁSCOA INESPERADA NA MINHA TERRA
NA FIGUEIRA
A «NOVIDADE» PARA A JOANA
O SÁBADO DAS SURPRESAS
DEPOIS DO REGRESSO
UMA CASA MUITO FAMILIAR
OS PRIMEIROS CUIDADOS COM O BEBÉ
A MINHA DESPEDIDA
REGRESSO DE CAMBRIDGE
O ALGARVE É AGRADÁVEL
UMA TARDE DIVERTIDA
O CONCURSO
NA PRAIA DO ALVOR
OS ERROS DOS PAIS
UM LONGO DIA DE REFLEXÃO
MAIS UM DIA DE PASSEIO
O DESCANSO DO FIM-DE-SEMANA
OUTRA VEZ A MEIA PRAIA
AS MOTIVAÇÕES
REFLEXÃO PESSOAL
PROVA DE  AUTOCONHECIMENTO
GLOSSÁRIO
RESUMO DO CONTEÚDO DAS OBRAS INDICADAS
BIBLIOGRAFIA

Centro de Psicologia Clínica, ISBN: 978-972-707-725- 030-1
14×21 [cm],/ 312 páginas,  / € 35,00 (esgotado, por publicar)

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Eu Também CONSEGUI! (C)


 

(Psicoterapia expedita e eficaz)
«Caso» da Cidália:
Relato da psicoterapia de uma profissional de Comunicação Social com instrução superior e um bom nível intelectual e profissional, feita com uma ajuda mínima do psicólogo mas muito treino e força de vontade da interessada que conseguiu deixar de se alcoolizar e ter relações sexuais promiscuas.
Os seus comportamentos irregulares de alcoolismo e promiscuidade sexual, eram quase um «desabafo» (resposta a frustração) contra os pais que a tinham deixado «abandonada», desde criança, nas mãos dos avós, mantendo-se eles em Moçambique.
Enquanto em Moçambique viviam «juntos», «casaram-se» quando regressaram à Portugal, mantendo parceiros sexuais diferentes, e exigiram que a Cidália, que já era maior, fosse viver com eles.
No decurso da psicoterapia, Cidália teve muitos momentos de desilusão, com vontade de desistir,p fim de continuar com a medicação que já tomava e que a mãe insistia que tomasse pelo menos de vez em quando, tal como ele própria fazia, parecendo estar satisfeita com a situação de apatia e irrealidade em que vivia.
Cidália teve de lutar firmemente contra isso, no que teve uma ajuda substancial do Antunes.
No final da psicoterapia, já com uma pós-graduação, a Cidália não só conseguiu um novo rumo na sua vida profissional, como se preparou para a constituição duma família com bases de sólido equilíbrio afectivo e emocional.
Por fim, ela conseguiu fazer uma pesquisa capaz de apresentar uma investigação sobre o modo como as empresas ou grandes laboratórios farmacêuticos apresentam e «promocionam» os seus produtos, independentemente da sua utilizade, eficácia e possíveis efeitos secundários, colaterais ou alienantes. 

ÍNDICE
RECOMENDAÇÃO INICIAL
O TELEFONEMA
A CONSULTA
INÍCIO DA PSICOTERAPIA
A NEUROSE É COMBATÍVEL?
MOMENTOS DE REFLEXÃO E DE DECISÃO
CONTINUAÇÃO DA PSICOTERAPIA
CONTINUAÇÃO DA PRÁTICA DO RELAXAMENTO
UMA CONSULTA MUITO ESPECIAL
UTILIZAÇÃO DA IMAGINAÇÃO ORIENTADA
A «FAMÍLIA» DA CIDÁLIA
«CASO» DO TIAGO
FASE FINAL DA PSICOTERAPIA
A PROFILAXIA INTERESSA?
SEGUIMENTO OU «FOLLOW-UP»
PRIMEIRAS ANOTAÇÕES DA CIDÁLIA
ANOTAÇÕES SEGUINTES
A INFLUÊNCIA DOS FACTOS DA VIDA
MESES DEPOIS
CASAMENTO OU NÃO?
SÓ REFORÇO DO COMPORTAMENTO INCOMPATÍVEL?
CONVERSA MUITO INSTRUTIVA
ÚLTIMA CONVERSA
REFLEXÃO FINAL
RESUMO DAS «OCORRÊNCIAS»
BIBLIOTERAPIA E A PUBLICAÇÃO DE FALSOS RESULTADOS COM MEDICAMENTOS
RAZÃO DA PUBLICAÇÃO DESTE LIVRO
ÚLTIMA RECOMENDAÇÃO
RESUMO DO CONTEÚDO DAS OBRAS INDICADAS
BIBLIOGRAFIA

(Centro de Psicologia Clínica)  ISBN: 978-972-725-028-8 
14×21 [cm] / 180 páginas, / € 16,00

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ACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE! (B)


 

(Desequilíbrio Psicológico? A autoterapia possível)

«Caso» do Antunes:

Antunes, funcionário muito competente numa instituição financeira, casado, com bom relacionamento conjugal, além de se sobrecarregar com o trabalho e de estar em profunda depressão, via-se a braços com deseqilíbrio psicológico da mulhar e do insucesso escolar da única filha do casal, sem saber o que fazer.

O diferendo entre ele e a mulher (consulta de neurologia ou psicologia por causa das dificuldades de filha?), deixou-a permanentemente ansiosa, enquanto ele entrou em depressão, foi medicado, mas não continuou com a medicação por se sentir ainda pior quando a tomava.

Porém, um esclarecimento adequado em longas conversas com um psicólogo, o «trabalho» dele com a filha para a ajudar nas tarefas escolares, a leitura de alguns livros e a prática de relaxamento e Imaginação Orientada, deram resultados mais do que satisfatórios fazendo com que até as relações conjugais melhorassem surpreendentemente e ele conseguisse arquitectar um plano de profilaxia para todos.

Quem «ganhou» com tudo isto foi ele, além da filha e da mulher. Enquanto o Antunes fazia a sua profilaxia e a da sua própria família, o seu rendimento profissional melhorou, foi promovido e a vida começou a ter contornos mais agradáveis do que anteriormente.

ÍNDICE

Nota introdutória
Aprendizagem, medicação, psicoterapia
Os factos da vida
Os efeitos do reforço
Que alternativas?
Condições indispensáveis
O que fazer?
Profilaxia e prevenção
As vantagens acumuladas
Uma solução muito plausível e exequível
A surpresa
A filha do Antunes
As comparações do Antunes
Aprendizagem social
A prática
O baú das recordações
A imaginação orientada
A retrospectiva
Reflexão final
Conversa com Das Neves
O resultado da consulta
O conteúdo das obras indicadas
Bibliografia

Centro de Psicologia Clínica, ISBN: 978-972-707-725- 029-5
14×21 [cm], / 148 páginas,  2ª ed., 2010 / € 15,00

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SAÚDE MENTAL sem psicopatologia (A)


 

Este livro faz uma abordagem das perturbações mentais em linguagem corrente, simples e muito fácil de entender.

Versa a parte histórica desde a origem da humanidade, as metodologias utilizadas para o seu estudo, as classificações, a sintomatologia, as possíveis intervenções terapêuticas e a profilaxia que pode ser efectuada para evitar situações que se vão agravando com a complexidade da vida citadina.

Prevenir é muito mais proveitoso do que remediar.

Como nunca é tarde para aprender e só uma aprendizagem activa pode ajudar a evitar os males que já nos afligem, este livro ajuda a ter uma visão de conjunto com a possibilidade de se poderem adoptar, de imediato, as medidas de correcção necessárias.

 ÍNDICE

INTRODUÇÃO
SIGNFICADO E ORIGEM DA PSICOPATOLOGIA
HISTÓRIA DA PSICOPATOLOGIA
A «NORMALIDADE» E A «ANORMALIDADE»
CAUSAS DA PATOLOGIA NA SAÚDE MENTAL
AS CLASSIFICAÇÕES NA PSICOPATOLOGIA
NEUROSES
PSICOSES
PSICOPATIAS DEFICIÊNCIAS MENTAIS E OUTRAS ANOMALIAS
CAUSAS HEREDITÁRIAS E CROMOSSÓMICAS
ANOMALIAS CONGÉNITAS E NEONATAIS
PROBLEMAS DO PARTO
PROBLEMAS TRAUMÁTICOS E OUTROS
SINTOMAS DAS PERTURBAÇÕES MENTAIS
MÉTODOS DE PESQUISA EM PSICOPATOLOGIA
MEDICAÇÃO PSIQUIÁTRICA E TRATAMENTO
PERIGOS ESPECÍFICOS DAS DROGAS PSIQUIÁTRICAS
DISFUNÇÃO CEREBRAL PERMANENTE COM DROGAS
É BOM SABER O QUE SE PASSA CONNOSCO
PREVENÇÃO
A DOENÇA MENTAL É UM MITO?
O CIRCUITO DAS «PERTURBAÇÕES MENTAIS»
PROFILAXIA
PERTURBAÇÕES MENTAIS E RESPOSTAS POSSÍVEIS
PSICOTERAPIAS
CONCLUSÃO
BIBLIOGRAFIA

Calçada das Letras, ISBN: 978-989-95728-0-5
 14×21 [cm],  / 200 páginas, 2008  / € 15,00
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BEM-VINDOS à Biblioterapia


Caros amigos,

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Vamos iniciar um novo blog para vos poder disponibilizar alguns livros que podem fazer toda a diferença. O mesmo será reajustado e actualizado, sempre que necessário, para poder dar as melhores informações possíveis.

Veja e procure na parte final deste post aqueles que lhe podem interessar. Se desejar consultar o conteúdo dos livros escolhidos, clique em cada um dos 17 +1 livros que estão mencionados com a miniatura das suas capas.

Os 17 livros iniciais vão ser acrescentados, logo que possível, com mais um «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…», de 104 páginas, essencialmente destinado a orientar todos aqueles que quiserem praticar a Biblioterapia de forma autónoma ou com alguma ajuda do psicólogo. O título deste livro foi sugerido por várias pessoas que acharam não ser aconselhável a utilização da designação de «a prática de bibliotereapia» porque este termo está a ser utilizado para sessões de leitura, divertimento, etc., sem ser para o tratamento psicológico. No título do novo livro, os primeiros pontos de reticência significam (Psicopedagogia, Interacção social e desenvolvimento pessoal), enquanto os segundos querem dizer (outras informações, meios audio-visuais, palestras, treinos ou práticas como o psicodrama, etc.)  

Depois de os escolher e encomendar os livros que desejar, leia-os e mantenha um bom desempenho para uma óptima SAÚDE MENTAL.
Este método de fazer psicoterapia, prevenção e profilaxia para o bom equilíbrio mental, tem sido experimentado, em Portugal, desde 1974 e utilizado sistematicamente, sempre que possível, desde 1980, com todos os que se dispuseram a ler e praticar o essencial, utilizando apenas apontamentos policopiados que agora estão organizados em livros.

Porém agora, só nos princípios deste século, o Reino Unido, devido à escassez de recursos no seu Serviço Nacional de Saúde, começou  a implementar a «prescrição de livros» como um tratamento «low cost», para tentar resolver vários problemas de saúde mental. Os EUA e o Brasil podem estar a seguir o mesmo método, que já, em Portugal, tem dado provas com óptimos resultados, desde 1980.

Além deste blog sobre TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS, outro blog  PSICOLOGIA PARA TODOS ajuda a esclarecer as dúvidas, ou receber os aconselhamentos que desejar, apenas com comentários, que podem ser anónimos. Ajuda também a escolher os livros necessários que, devem ser lidos de acordo com as necessidades de cada um.

Presentemente, existem no facebook duas páginas «Centro de Psicologia Clínica» e «Biblioterapia» que se destinam a difundir estas ideias e possibilidades por mais pessoas.

Se tiver algumas contrariedades na vida do dia-a-dia, estiver descompensado devido às diversas dificuldades sempre existentes e desejar melhorar o seu desempenho ou de algum familiar ou amigo, os livros que se referem às experiências de várias pessoas podem ajudar a superar ou diminuir as mesmas.

Das pessoas mencionadas nos livros, devidamente descaracterizadas, algumas fizeram o tratamento ou terapia individualmente. Outras, tiveram pouca ajuda do psicoterapeuta ou reeducador.                                                           Todas tentaram reduzir e continuam a evitar o desequilíbrio.

A BIBLIOTERAPIA, como já se mencionou, é uma técnica muito utilizada em países desenvolvidos e foi iniciada pelo psiquiatra Neil Frude no País de Gales, no Reino Unido apenas no princípio deste século, embora se utilize o termo de Biblioterapia para sessões que não se enquadram no âmbito da Psicoterapia, Psicopedagogia, Interacção Social ou Desenvolvimento Pessoal.  

Basta aproveitar apenas os tempos disponíveis e de lazer, além de 5 ou 10 minutos, à hora de dormir, para conseguir melhorar toda a vida psíquica e fazer uma boa profilaxia para o futuro, melhorando o desempenho e evitando «casos» como os do Joel (G).

Em quaisquer circunstâncias, compreenda que a sua colaboração voluntária e persistente para a leitura, em qualquer local ou momento,  bem como para alguns treinos feitos até à noite, à hora de dormir, é essencial. Tudo isso é extremamente importantes para manter uma boa saúde mental e um óptimo convívio com a família e a sociedade envolvente, contribuindo fundamentalmente para uma prevenção e profilaxia proveitosas e eficazes.

Quase todos os 18 livros mencionados nos posts do actual blog PSICOLOGIA PARA TODOS  e até nos blogs anteriores (o PSY FOR ALL e o antigo PSICOLOGIA PARA TODOS), têm uma tiragem limitada e podem não estar à venda nas livrarias.

Para os adquirir em território nacional, sem pagamento de portes, basta encomendá-los através dum e-mail para mariodenoronha@gmail.com escolhendo-os nos posts que se irão apresentar a seguir ou através do post LIVROS DISPONÍVEIS 2.  Quaisquer outras informações podem ser dadas pessoalmente contactando 219 266 320.

A forma de pagamento será contra reembolso nos CTT, por meio de uma muito fácil transferência bancária ou combinada através do e-mail indicado para contacto.

Para as aquisições em território fora de Portugal, é necessário acrescentar 20€ ao valor total dos livros encomendados.

Para a inscrição ou quaisquer outras informações é favor contactar mariodenoronha@gmail.com – ou fazer um comentário neste blog ou em nalgum dos posts do PSICOLOGIA PARA TODOS. 

Boa Sorte.

                                  Mário de Noronha

Para o caso de não existir ainda o livro desejado (a azul, com letra entre parêntesis), com uma letra a caracterizá-lo, por exemplo, JOANA… (D), pode socorrer-se temporariamente dos quatro livros  antigos, indicados a seguir a cada um, em caracteres vulgares, por exemplo PREPARAÇÃO PARA A MATERNIDADE, etc.

SAÚDE MENTAL sem psicopatologia (A)

 

 

ACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE (B)

 

 

Eu Também CONSEGUI! (C)

 

 

JOANA, a traquina ou simplesmente criança? (D)

Pode ser temporariamente substituído por:
PREPARAÇÃO PARA A MATERNIDADE (Plátano)
COMO EDUCAR AS CRIANÇAS – Modos de Actuação (Plátano)
COMO COMPREENDER AS CRIANÇAS – Estratégias de Educação (Plátano)
ADOLESCÊNCIA – Idade Crítica? (Plátano)

Eu Não Sou MALUCO! (E)

 

 

PSICOLOGIA PARA TODOS (F)

Pode ser temporariamente substituído por:
A PSICOLOGIA NO DIA-A-DIA (Clássica)
COMO MODIFICAR O COMPORTAMENTO – 1 a 5  (Plátano)
teoria, prática, técnicas, «casos», previsão

PSICOPATA! Eu? (G)

 

 

COMBATA OU EVITE A DEPRESSÃO (H)

Pode ser temporariamente substituído por:
DEPRESSÃO? Não, Obrigado! (Hugin)

 

NEUROPSICOLOGIA NA REEDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO (I)

Pode ser temporariamente substituído por:
SUCESSO ESCOLAR (Plátano)
APOIO PSICOPEDAGÓGICO (Plátano)
REEDUCAR COMO? (Plátano)

IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J)

Pode ser temporariamente substituído por:
PARA QUE SERVE a PSICOLOGIA? (Plátano)

 

Interacção-BINTERACÇÃO SOCIAL (K)

Pode ser temporariamente substituído por:
O HOMEM EM SOCIEDADE – Aspectos psicossociológicos (Plátano)
DO CONFLITO À GESTÃO E À DECISÃO NEGOCIADA (Plátano)
INTERACÇÃO HUMANA (brochura CPC)

PSICOTERAPIAS BEM SUCEDIDAS – 3 «casos» (L)

Pode ser temporariamente substituído por:
Como «EDUCAR» hoje (Hugin)
SUCESSO NA VIDA! Porque Não? (Como «EDUCAR» Hoje) (Plátano)
«STRESS»? Reduza-o já! (Plátano)
PSICOTERAPIA! Para Quê? (Plátano)

PSICOTERAPIAS DIFÍCEIS (M)

Pode ser temporariamente substituído por:
«MOLHAR» a Cama Não Interessa! (Plátano)

 

Organização-A10COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES (N)

Pode ser temporariamente substituído por:
HUMANISMO NA GESTÃO – Eficiência e Produtividade (Clássica)
FALHAS ORGANIZACIONAIS (Clássica)
                    MARKETING E VENDA (Clássica)
SINDICALISMO. QUE FUTURO? (Clássica)

RespostasRESPOSTAS sobre PSICOLOGIA (O)

 

 

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BiblioBIBLIOTERAPIA
(Q)

 

Veja também todos os comentários e os links associados em cada um dos livros.

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